[Eberron 3.5] O Pergaminho Roubado

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[Eberron 3.5] O Pergaminho Roubado

Mensagem por E. Casati em Qui 25 Out 2012, 1:58 am

Cenário de Campanha: Eberron 4e
Sistema: Dungeons & Dragons 3.5

Personagens Jogadores

Dio Levitash, kalashtar clérigo monge peregrino do Caminho da Luz
Danilo Amon, elfo Valeno mago evocador nobre e ex-rico
Bruno Finduil, elfo Valeno ranger arqueiro guia e explorador
Charton Afrin, humano guerreiro caçador de recompensas e guarda-costas
Túlio Milo, halfling bardo viajante das Planícies de Talenta

RESUMO DA 1ª SESSÃO: O Pergaminho Roubado parte 1

Regiões setentrionais de Breland, 998º Ano do Reinado, 13º dia de Zarantyr

Levitash está peregrinando pelas regiões ao leste e norte de Breland, e eventualmente pára para descansar em um monastério no Paredão (montanhas a leste de Breland, que formam a fronteira com Darguun). Como uma manobra do destino, o monastério acaba passando por problemas logo quando o kalashtar faz sua estadia: um pergaminho antigo e sagrado, uma relíquia arqueológica, que remonta à aurora do mundo, foi roubado durante a madrugada. Como as fileiras do monastério são compostas por monges comuns, sem treinamento além da lida com o gado, colheita e tarefas comuns, o Lama do monastério pede a Levitash que ajude a encontrar o pergaminho, pois não sabe o que pode acontecer caso ele permaneça em mãos erradas. Ele dá uma jóia a Levitash, para que ele possa conseguir peças de ouro para contratar ajuda e se manter durante a missão.

Levitash chega no vilarejo de Hatheril, no nordeste de Breland. Como já é quase noite, ele prontamente se dirige à taverna mais agitada, no centro do vilarejo. A taverna está lotada, inundando Levitash com odores de carne de porco assada e álcool. O ambiente é abafado e muito quente, devido ao fosso de brasas no centro da taverna, onde um grande porco é assado. Algo que chama sua atenção é um Elfo Valeno, vestido com roupas com aparência de serem caras e nobres (embora sejam gastas e parecem há muito tempo não serem trocadas), que faz jogos de azar com baralho e copos em uma mesa no canto, e que está muito animado com seus ganhos.

Ele adentra a taverna, e se direciona ao mural, pregando uma folha de pergaminho, escrevendo nele que interessados em uma missão de busca devem encontrá-lo no dia seguinte ao anoitecer na porta da taverna.

Em um acesso de loucura raiva, se desentende com o dono do lugar, que quebra uma caneca de cerâmica em sua cara, e que logo pede para que os clientes o expulsem do local, o que é prontamente atendido (O que aconteceu: Levitash pediu comida e bebida, perguntou quanto era pra pagar, e indignado com o preço exigido, perguntou ao "simpático" taverneiro se a filha dele vinha junto com a refeição. LOL BAITA MONGE "SERENO" ESSE xD tá precisando meditar hein). Ele então se dirige a uma taverna mais meia-boca na saída da cidade, a Taverna do Rato.

Finduil, que está na região oferecendo seus serviços de guia e explorador, percebe o papel sendo pregado na parede, o que lhe chama atenção. Afrin, um mercenário em busca de serviço também se interessa. E Amon, que está desesperado atrás de algum dinheiro, também percebe (rolamos dinheiro inicial nos dados, como o livro manda, e o PJ do Danilo começou com 50 PO, o que deu EXATAMENTE pra ele comprar um Grimório e uma Besta Leve e mais nada LOL por isso o PJ dele é um "nobre que perdeu tudo").

No dia seguinte, todos se encontram na porta da estalagem. Amon lê a sorte de Afrin na frente de Levitash em troca de algumas moedas, enquanto Finduil observa e escuta tudo de um beco escuro. Amon, Afrin e Levitash começam a falar sobre a missão que Levitash quer contratá-los para executar, e logo Finduil se junta ao grupo. Eles entram em acordo sobre o valor do trabalho, e Amon diz que vai tentar obter alguma informação sobre o roubo. Levitash se dirige para a Taverna do Rato, enquanto o resto fica na taverna do centro.

Amon espalha alguns pergaminhos sobre uma das mesas (segundo ele para ajudar a aflorar as memórias das pessoas sobre "pergaminhos" aheuaheuaheuaheuahu), e diz para as pessoas da taverna contarem a ele o que ouviram sobre pergaminhos recentemente. Eventualmente um homem diz que ouviu um "pequeno" falando sobre isso na Taverna do Rato. Amon e Finduil se dirigem imediatamente até à outra Taverna, enquanto Afrin fica mais um pouco, para terminar de degustar sua cerveja e assediar as putas que se fazem presente no recinto.

Chegando na Taverna do Rato, Amon e Finduil vêem Levitash tomando uma sopa no balcão, imerso em seus pensamentos. Um halfling de aparência selvagem, com dreadlocks, vários brincos e tatuagens, toca uma rabeca para os frequentadores do local: 3 homens completamente desmaiados pela bebida, e o velho taverneiro, que dorme profundamente atrás do balcão. Quando o halfling percebe que são elfos, começa a tocar uma música no idioma élfico. Finduil vai direto ao ponto, perguntando de forma rude o que o halfling sabe do roubo, enquanto Amon coloca a mão sobre as cordas da rabeca para abafar o som. O halfling menciona qualquer coisa em uma língua desconhecida a Finduil (anão), que se irrita e começa a sair do local, no exato momento que três homens vestidos de preto, com suas faces cobertas por capuzes passam pela porta, empurrando o elfo de lado. Um dos homens saca uma espada para atingir Levitash por trás, mas Finduil é rápido e atira uma adaga, atravessando fatalmente o pescoço do homem, que cai morto no chão. Os outros dois homens também sacam suas espadas para atacar o kalashtar.

Rapidamente Milo saca sua besta, e atira contra um dos homens, mas erra. Amon usa suas artes arcanas, disparando um projétil contra um inimigo, acertando, mas sem oferecer muito perigo. Finduil saca sua cimitarra, dá um golpe com o pé na parte de trás do joelho de um dos homens, fazendo-o cair de joelhos no chão, e então coloca sua cimitarra no pescoço do homem, ameaçando matá-lo caso se mexa. Levitash faz uma prece, impossibilitando o terceiro homem de conseguir atacá-lo (Santuário). Afrin chega logo depois, atingindo as pernas do terceiro homem com seu mangual, fazendo-o cair com o queixo no chão, deixando-o atordoado.

O refém de Finduil mastiga alguma coisa, e morre envenenado. Levitash é rápido, colocando o cabo de sua maça na boca do homem caído para que ele não faça o mesmo, e Milo aproveita para remover uma semente venenosa da boca do homem, guardando-a para si. Afrin o força contra o chão com seu escudo de corpo, impossibilitando o homem de se levantar. Levitash, Afrin e Milo então levam o assassino para o quarto de Milo afim de torturá-lo.

Em uma cena sádica, Afrin amarra o homem, rasga sua calça, e cospe em seu orifício anal, enquanto Milo procura uma vassoura. O homem grita desesperadamente, sem acreditar no que está acontecendo. Com várias ameaças de "empalar" o pobre coitado, por fim conseguem algumas informações: o trio foi contratado em uma cidade vizinha para assassinar Levitash, e ficaram de encontrar o mandante para receber o pagamento na mesma cidade entregando a cabeça do kalashtar, em um navio cujo nome teria algo a ver com Valoroso (o homem não conseguia se lembrar do nome exato). Antes do homem desmaiar de tanta adrenalina, Levitash consegue o nome dos três assassinos. Amon encontra uma insígnia revistando os corpos dos dois mortos no hall da taverna. Ele mostra a Milo, que reconhece ser o símbolo de uma guilda local de assassinos.

Eles então traçam um plano: se disfarçar como os assassinos, para encontrar o mandante, na tentativa de obter mais alguma informação que os levem até os ladrões do pergaminho sagrado, usando as técnicas arcanas de Amon para criar uma cabeça artificial.

Mas antes disso os "heróis" recolhem os dois corpos na taverna, jogando-os em um beco escuro qualquer, enquanto mantém o outro homem refém. Enquanto Amon e Finduil - por não precisarem dormir - vigiam o assassino capturado, os demais dormem para por seu plano em prática no dia seguinte.

. . .

Foi divertido demais! AHEUAHEUAHEUA

Altas cenas engraçadas pra *beep*, Túlio então mandou bem demais interpretando o Milo, *beep*!
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Re: [Eberron 3.5] O Pergaminho Roubado

Mensagem por tuliocesar em Qui 25 Out 2012, 1:19 pm

Esqueceu de mencionar que eu, antes de sacar a besta e atirar, avisei para o Elfo Mago (ladrão) que se ele salvasse a vida do Monge, agente conversava... Very Happy

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